Fim de festa
Mágoas de amor
A sede atesta
No peito toda a dor.
Bêbados de lirismos,
esses ordinários versinhos
entregam na mesa do bar
todo o meu conformismo!
Já nem bem sei o que chateia
Mas sigo rimando sem eira nem beira
E na garganta esse nó!
Perdoai poeta maior, menor
Perdoai todos os poetas!
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