segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Perdoai

Fim de festa
Mágoas de amor
A sede atesta
No peito toda a dor.

Bêbados de lirismos,
esses ordinários versinhos
entregam na mesa do bar
todo o meu conformismo!

Já nem bem sei o que chateia
Mas sigo rimando sem eira nem beira
E na garganta esse nó!
Perdoai poeta maior, menor

Perdoai todos os poetas!

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