terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Grito mudo
Certas coisas só são amargas se a gente as engole.
(Millôr Fernandes)
Pode ser que,
de repente,
com essa mania de engolir sapos,
eu vire serpente.
(Adriano Bitarães)
Pode ser!
(Millôr Fernandes)
Pode ser que,
de repente,
com essa mania de engolir sapos,
eu vire serpente.
(Adriano Bitarães)
Pode ser!
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Florindo canto
Entreflorindo sorrisos e olhares eu vou cantar,
Pra quem quiser ouvir eu vou cantar,
Estou construindo a minha mala, e nela, só entra o que for eterno!
Na comunhão dos corpos
Quando a mente é sã
Quando o olhar é puro
Quando a voz é um canto
Quando as mãos são formas
De dizer que te aceito
Sejamos um
E cada um de nós se sentirá maior
Na tradução do Amor Maior que vibra em nós
Pra quem quiser ouvir eu vou cantar,
Estou construindo a minha mala, e nela, só entra o que for eterno!
Na comunhão dos corpos
Quando a mente é sã
Quando o olhar é puro
Quando a voz é um canto
Quando as mãos são formas
De dizer que te aceito
Sejamos um
E cada um de nós se sentirá maior
Na tradução do Amor Maior que vibra em nós
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
São Dores
O seu pior defeito é ser incondicional,
é ser constante, é ser real!
O meu pior defeito é te escutar!
Amor,
dor...
...tanto faz!
é ser constante, é ser real!
O meu pior defeito é te escutar!
Amor,
dor...
...tanto faz!
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Sopro
A vida é um instante.
A dor é uma eternidade!Minhas orações, meus sentimentos, minhas energias!
Pra quem fica, pra quem sofre!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Nossonho
Nas maravilhas do paraíso de Alice eu me encontrava.
Insisto em perseguir o coelho do tempo.
- Raquel, 6:30!
Coelho, espera aí! Amanha eu vou voltar!
Insisto em perseguir o coelho do tempo.
- Raquel, 6:30!
Coelho, espera aí! Amanha eu vou voltar!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Preto
Meus olhos traduzem a tristeza que sinto no coração.
Queria eu poder chorar e enxugar toda a dor num pedaço qualquer de pano.
Sinto mesmo que estou chorando,
as lágrimas não saem mais.
O deserto que invade o meu peito,
engoliu minha voz na garganta seca.
Secou o meu olhar,
sem brilho,
opaco,
sem você.
Tenho apenas um coração e uma dor maior que o mundo!
Queria eu poder chorar e enxugar toda a dor num pedaço qualquer de pano.
Sinto mesmo que estou chorando,
as lágrimas não saem mais.
O deserto que invade o meu peito,
engoliu minha voz na garganta seca.
Secou o meu olhar,
sem brilho,
opaco,
sem você.
Tenho apenas um coração e uma dor maior que o mundo!
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Passagem
Quando eu tinha 4 anos brincava de massinha. Fazia as formas que eu queria e eu imaginava animais, frutinhas, bolinhos, casinhas eu imaginava tudo né! Era muito legal. Tinha até uma música!"Bola, embola, tia Cissa vai virar uma bola!" Tia Cissa era a nossa tia lá do jardim. Ela ficava brava, mas a gente corria dela. Aí eu aprendi a ler.
sábado, 7 de agosto de 2010
Rosa de Cordisburgo
A João Guimarães Rosa
Hoje entrei na tua casa, olhei os seus pertences, vi o quintal onde brincavas.
Os pauzinhos que usavas brincando de geografar,imaginei!
A solidão da vó Chiquinha,
A comida da cozinha,
O movimento da vendinha.
Mestre, no teu mundo tentei entrar, olhar, ver e imaginar!
Só não tentei entender
Me disseram que viver ultrapassar qualquer entendimento.
Digo agora: tua vida na tua arte ultrapassa qualquer sentimento!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Questão de precisão
Eu não quero o seu cuidado
Só pra poder te sentir
Eu não quero a sua voz
Eu não quero os seus mimos
Os seus carinhos, eu não quero não.
O seu cheiro, o seu olhar,
suas palavras.
Nada disso eu quero.
Eu preciso!
Só pra poder te sentir
Eu não quero a sua voz
Eu não quero os seus mimos
Os seus carinhos, eu não quero não.
O seu cheiro, o seu olhar,
suas palavras.
Nada disso eu quero.
Eu preciso!
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Perdoai
Fim de festa
Mágoas de amor
A sede atesta
No peito toda a dor.
Bêbados de lirismos,
esses ordinários versinhos
entregam na mesa do bar
todo o meu conformismo!
Já nem bem sei o que chateia
Mas sigo rimando sem eira nem beira
E na garganta esse nó!
Perdoai poeta maior, menor
Perdoai todos os poetas!
Mágoas de amor
A sede atesta
No peito toda a dor.
Bêbados de lirismos,
esses ordinários versinhos
entregam na mesa do bar
todo o meu conformismo!
Já nem bem sei o que chateia
Mas sigo rimando sem eira nem beira
E na garganta esse nó!
Perdoai poeta maior, menor
Perdoai todos os poetas!
Assinar:
Comentários (Atom)